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Peru, Chabuca e Mario Vargas Llosa
Em 1972, pisei pela primeira vez, uma terra fora do Brasil. Era Lima, no Peru, em parada a caminho do Japão. Eu tinha 22 anos. Ia a trabalho, como repórter da revista O Cruzeiro. Naquelas 4 horas de espera, nos foi permitido descer da aeronave e caminhar nos arredores do aeroporto. Tive a companhia de uma jovem chinesa que retornava de São Paulo, para o Japão. Compramos anéis e pulseiras de prata vendidos por indígenas peruanos com suas vestes características. Imaginei que um dia ali voltaria. Já se passaram mais de 50 anos. Nunca voltei fisicamente, mas tenho feito incursões através de música e literatura constantemente por aquelas bandas. Esta semana, com a morte do polêmico escritor Mário Vargas Llosa, me vieram as lembranças do primeiro livro dele que li. " Tia Júlia e o escrevinhador". Aprendi a respeitar sua obra embora discordante muitas vezes das propostas que parecia pregar no campo político. Por último, da sua união com a ex esposa de Júlio Iglesias, a soc...
O coque da vó Cidinha
Esse coque me lembra outro o da vó Carmem nos anos 50/60 eu arrumava pra missa de domingo ela ficava linda e imponente elegante pra ir na igreja, feliz. Agora me encontro sendo vó e usando o coque. Tenho 75 e duas netas que me derretem de sentimentos vários, do mundo; da vida, são o melhor que fiz ou quis ... Estou muito agradecida por este momento Vó Cidinha
Hoje assisti pela milionésima vez o filme A casa do lago. O dia dos namorados em 2006. Quando a dra Kate tenta salvar um homem que na verdade ela namora por carta com dois anos de diferença. Ou seja ele foi moradora da casa do lago antes do arquiteto que recebe sua correspondência.
ResponderExcluirNo final do filme ela descobre que poderia correr pra casa do lago e impedir que ele fosse ao seu encontro. A sensação que tenho é de que ela conseguiu. Mas por mais que veja e observe detalhadamente ainda não desvende esse mistério.
Sandra Burlak interpreta a jovem médica.
O ator é sensacional. O roteiro intrigante. O amor por correspondência é um pressuposto do destino.
Mais uma vez eu me emocionei com essa obra da tela. E não consegui decifrar.
Cida Torneros