É verdade. Tenho medo de esquecer o gosto da tua língua azul. Aqueles beijos noturnos na calçada do educandario católico. Roubavam nossa juventude mas plantavam nosso gosto eterno. Nada sabíamos do amanhã. Era o momento que nós bastava.
Lábios de mel em noites enluaradas. Um frêmito poético e inocente.
Ficaram para sempre. 50 anos depois aqui estou pedindo. Beija-me muito.
Depois' a gente pensa em qual quer futuro. Pode ser em Paris ou Montevideu.
É verdade. Tenho medo de esquecer o gosto da tua língua azul. Aqueles beijos noturnos na calçada do educandario católico. Roubavam nossa juventude mas plantavam nosso gosto eterno.
ResponderExcluirNada sabíamos do amanhã. Era o momento que nós bastava.
Lábios de mel em noites enluaradas. Um frêmito poético e inocente.
Ficaram para sempre. 50 anos depois aqui estou pedindo. Beija-me muito.
Depois' a gente pensa em qual quer futuro.
Pode ser em Paris ou Montevideu.
Cida Torneros
Aqueles beijos são eternos.
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